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Categoria: Saúde

Em primeira instância, é fundamental destacar que as air fryers foram recentemente apontadas como o produto elétrico que definiu o ano de 2021, com um aumento nas vendas de 400%. A air fryer possui um tamanho semelhante ao de uma máquina de pão e não ocupa muito espaço em um balcão de cozinha. Ela faz circular ar muito quente, em alta velocidade, ao redor dos alimentos fazendo com que eles fiquem assados e fritos sem muita gordura como seria em uma imersão de óleo ou em um forno, já que cai tudo no cesto perfurado da fritadeira elétrica.

Além disso, as fritadeiras a ar que também são conhecidas como fritadeiras elétricas são sinônimos de saudabilidade e praticidade para muita gente, pois elas utilizam um mecanismo capaz de “fritar” os alimentos sem nenhum pingo de óleo, somente através do ar. Dessa forma, por não utilizar nenhum tipo de gordura a air fryer reduz consideravelmente o teor calórico dos alimentos. Assim, ela também ajuda na perda de peso e no controle dos níveis de colesterol no sangue.

Ademais, a fritadeira a ar consome menos energia do que o forno. De acordo com os estudos realizados por Simon Hoban, produtor do programa Sliced Bread, da BBC, fez uma coxa de frango e uma batata, sendo uma porção no forno, e outra na air fryer (tomando o cuidado de garantir que outros eletrodomésticos estivessem desligados no momento do preparo). Com isso, ele conferiu na sequência o medidor de eletricidade para ver quanta energia havia sido usada, em que a equipe do programa comparou a air fryer a um forno elétrico para fazer a comparação. Contudo, o frango levou cerca de 35 minutos para cozinhar no forno, e o medidor acusou cerca 1,05 quilowatt-hora de eletricidade. A air fryer levou 20 minutos, e o medidor indicou um uso de 0,43 quilowatt-hora.  A batata (com casca) demorou, por sua vez, cerca de uma hora para assar adequadamente no forno que é o equivalente a 1,31 quilowatt-hora. Desse modo, cozinhar na air fryer usa menos da metade da energia necessária no forno. Consequentemente, cozinhar no forno custa mais que o dobro do que em uma air fryer.

Portanto, comprar uma fritadeira elétrica pode ser um investimento inteligente quando se trata de armazenamento na cozinha e tempo de cozimento.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/geral-62067423

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2022/07/air-fryer-cozinhar-com-fritadeira-eletrica-e-mais-saudavel-e-barato-do-que-com-forno.shtml#:~:text=Air%20fryer%20%C3%A9%20%C3%B3tima%20para%20deixar%20alimentos%20’crocantes’&text=%C3%89%20mais%20saud%C3%A1vel%3F,cozinhar%20em%20um%20forno%20convencional.

https://www.conquistesuavida.com.br/noticia/air-fryer-e-saudavel-descubra-se-vale-a-pena-cozinhar-com-a-fritadeira-eletrica_a11686/1

 

 

 

 

 

Primordialmente, é de suma importância destacar o que é endometriose e como esta condição afeta uma em cada 10 mulheres. Desse modo, a endometriose é uma doença inflamatória provocada pelas células do endométrio que são um tecido que revestem a cavidade uterina que em vez de serem expelidas durante a menstruação, se movimentam no sentido oposto e caem nos ovários ou na cavidade abdominal, como por exemplo, o intestino e a bexiga. Com isso, ao contrário da menstruação não há como o sangue “sair”, ocorrendo o acúmulo de sangue preso que pode resultar em lesões internas e em tecido cicatricial que é um tipo de tecido alterado estruturalmente, que não tem as mesmas características do tecido normal. Assim, algumas mulheres não apresentam sintomas, mas para muitas outras a dor pode ser debilitante e a condição pode levar à infertilidade em muitos casos, embora, atualmente não exista uma causa conhecida ou uma cura.

Além disso, a endometriose pode ser classificada em alguns tipos de acordo com os sintomas, o grau de intensidade e o local de acometimento da inflamação. Dessa forma, existem diversas formas de manifestação e as mais observadas são a endometriose superficial, ovariana e a profunda. Contudo, a endometriose superficial é o tipo mais comum que afeta todo o peritônio da pelve que é uma membrana que recobre os órgãos dentro da cavidade abdominal. Pode atingir a superfície dos ovários, das tubas, da bexiga e do próprio útero, dentre outros locais. Ela penetra menos que 5 milímetros em relação à superfície e como uma simples cauterização pode eliminá-la. Já, a endometriose ovariana se manifesta através de nódulos, os quais se formam a partir do sangue que se aloja no local durante o ciclo menstrual. Dependendo do tamanho do nódulo, a mulher pode vir a ficar infértil. Por conta desse risco, muitas vezes é preciso que os nódulos formados sejam retirados para que o tratamento seja eficaz. Por fim, a endometriose profunda ou infiltrativa acomete o peritônio com mais de 5 milímetros de profundidade. Este tipo de manifestação da doença afeta, por exemplo, as regiões paracervicais (ao lado do colo uterino), intestino e ligamentos uterinos. A endometriose profunda é considerada a mais grave, tendo em vista que os sintomas apresentados são mais intensos e frequentes.

Ademais, os sintomas mais comuns entre os tipos de endometriose são: dor em forma de cólica durante o período menstrual que pode incapacitar as mulheres de exercerem suas atividades habituais, dor durante as relações sexuais, dor e sangramento intestinais e urinários durante a menstruação, dificuldade de engravidar. A infertilidade está presente em cerca de 40% das mulheres com endometriose, presença de nódulos ou cistos na palpação abdominal, constipação e dor intestinal, náuseas e vômitos durante os quadros mais graves de dor. No entanto, o diagnóstico da endometriose é realizado através do exame ginecológico clínico que é o primeiro passo para o diagnóstico da doença, que pode ser confirmado pelos seguintes exames laboratoriais e de imagem: visualização das lesões por laparoscopia, ultra-som, ressonância magnética e um exame de sangue chamado marcador tumoral CA-125, que se altera nos casos mais avançados da doença. O diagnóstico de certeza, porém, depende da realização de biópsia. Todavia, o tratamento da endometriose pode regredir espontaneamente com a menopausa, em razão da queda na produção dos hormônios femininos e o fim das menstruações. Mulheres mais jovens podem utilizar medicamentos que suspendem a menstruação; lesões maiores de endometriose, em geral, devem ser retiradas cirurgicamente. Quando a mulher já teve os filhos que desejava, a remoção dos ovários e do útero pode ser uma alternativa de tratamento.

Portanto, em qualquer apresentação de sintomas ou de alguma manifestação anormal da menstruação é necessário a busca de um ginecologista habilitado para que ocorra todas ações necessárias para o diagnóstico e o tratamento da doença em caso de suspeita ou de confirmação.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-62131855https://bvsms.saude.gov.br/endometriose/#:~:text=Endometriose%20%C3%A9%20uma%20doen%C3%A7a%20inflamat%C3%B3ria,multiplicar%2Dse%20e%20a%20sangrar.https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/endometriose/https://marcielimartins.com.br/2017/10/10/fibroses-e-tecidos-cicatriciais-e-tudo-mesma-coisa/#:~:text=O%20que%20%C3%A9%20tecido%20cicatricial,%C3%89%20simplesmente%20um%20tecido%20alterado.https://cuidadospelavida.com.br/saude-e-tratamento/endometriose/tipos-endometriose#:~:text=A%20endometriose%20pode%20ser%20classificada,ovariana%20e%20a%20endometriose%20profunda.

A priori, é de suma importância ressaltar como o leite materno é produzido desde do período gestacional até o período de amamentação após o parto. Dessa forma, os hormônios possuem um papel fundamental na preparação do organismo materno para a amamentação. Assim, dois hormônios principais para que isso ocorra são a Prolactina e a Ocitocina. A prolactina, é secretada pela Adenohipófise que estimula o tecido glandular da mama e faz com que o mesmo inicie a produção de leite materno. Isto ocorre do último trimestre de gestação e perdura todo o período de lactação do bebê. Já, a ocitocina é secretada pela Neurohipófise que é responsável pela “descida” e ejeção do leite.

Além disso, o processo de amamentação é um processo complexo, que envolve componentes hormonais, emocionais e nutricionais. Para amamentar, é importante que a mãe esteja em condições fisiológicas de saúde e em estado psicológico equilibrado, tendo como finalidade proporcionar uma alimentação farta e saudável. Desse modo, o leite materno é composto por diversos componentes, como por exemplo, consiste principalmente de água, gordura, proteínas, vitaminas, sais minerais, enzimas digestivas e hormônios, sendo rico em anticorpos maternos e possuindo propriedades anti-infecciosas.

Do mesmo modo, o processo de produção e de ejeção de leite são processos contínuos, que dependem da ação de estímulos neuro-hormonais. A sucção do mamilo materno promove estimulação de receptores neurais que desencadeiam uma secreção hormonal para produção de leite. Desta forma, pode-se afirmar que quanto maior o período e a frequência em que for realizada a sucção, maior quantidade de leite será produzida. Logo, a mãe não deverá preocupar-se, pois o leite será produzido de acordo com a demanda que o bebê necessita, com um ajuste fisiológico entre o lactente e o lactante.

Ademais, o leite de fórmula infantil é usado por muitas mães que em alguns casos não possuem tempo suficiente para estar amamentando todo o tempo, como exemplo, a expiração da licença de maternidade, ou que não conseguem amamentar devido algum problema na produção ou na ejeção do leite. Assim, é notório que se compararmos o leite materno e o leite de fórmula infantil, o leite materno possui muito mais componentes que o recém nascido necessita para o seu crescimento e desenvolvimento do que o leite de fórmula infantil, já que o de fórmula é composto por basicamente gorduras, proteínas, vitaminas e minerais, diferente do leite materno que possui além desses citados a cima hormônios para o crescimento e desenvolvimento do bebê, anticorpos, substâncias anti-inflamatórias, células-tronco, microRNA e entre outros.

Todavia, a fórmula é um leite a base de nutrientes geralmente de vaca ou de cabra, em que as indústrias fizeram modificações, retirando partes de alguns nutrientes que estão em excesso e acrescentando alguns que estão em falta, tendo o leite materno como modelo. Em relação aos leites sem essas modificações e adequações para o bebê, a fórmula é um leite mais seguro, entretanto não chega nem perto da segurança e qualidade do leite materno que é conhecido como “padrão ouro de alimentação”.  A fórmula infantil não contem anticorpos e nem células de defesa que funcionem no ser humano, diferente do que ocorre no leite materno, que traz grande proteção. Sendo assim, a fórmula não é capaz trazer essa proteção tão importante aos bebês, que naturalmente nascem com dificuldade de se defender das infecções até por volta dos 2 anos de vida, principalmente os prematuros. Os anticorpos e células de defesa que estão presentes nas fórmulas (de vaca ou cabra) só funcionam nos bezerros e cabritos, não tendo qualquer efeito de proteção para os nossos bebês humanos.

Portanto, sabe-se que a amamentação representa importante mecanismo para o crescimento e desenvolvimento do sistema estomatognático. As funções de sucção, mastigação, deglutição, fonação e estética são significativamente favorecidas pelo aleitamento materno. A amamentação favorece o estabelecimento de padrão respiratório nasal, o que contribui de maneira significativa para o crescimento do terço médio da face, promovendo a harmonia no desenvolvimento craniofacial da criança. Ainda, o aleitamento materno é uma forma de fortalecimento do vínculo mãe e bebê, contribuindo para a construção de uma relação de amor e de afeto desde os primeiros meses de vida. Contudo, as mães, que por algum motivo não puderam ou não conseguiram amamentar seus filhos, não devem de forma alguma se sentir menos mães ou culpadas por isso, já que amor de mãe sempre será o mesmo com ou sem amamentação, pois amor não se mede. Nesses casos, a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria é que a fórmula seja utilizada, ao invés de leites comuns, sempre com orientação do pediatra e conforme as necessidades que o bebê necessita ao longo do seu crescimento e desenvolvimento.

Redigido por: Thamires Caldatto

FONTES:

https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/nutricao/o-que-o-leite-materno-tem-que-a-formula-nao-tem/

https://www.bbc.com/portuguese/geral-61932260

https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/leite-materno-composicao/

http://marypoppins.com.br/diferenca-entre-formula-infantil-composto-lacteo-e-leite-em-po/#:~:text=F%C3%B3rmula%20infantil%3A%20%C3%A9%20o%20leite,poss%C3%ADvel%20com%20o%20leite%20materno.

Livro: Fisiologia – Base para o diagnóstico clínico e laboratorial – 2° edição. Autores: Casimiro Cabrera Peralta, Marilia Abud. De Cabrera, Rossana Abud, Cabrera Rosa e Roseliz Abud. Cabrera Vuolo.

Em primeira instância, é necessário ressaltar que existem dois tipos de teste rápido para a detecção do vírus no organismo que são eles: O teste rápido de antígeno que indica se existe infecção ativa de Covid-19. No entanto, o resultado precisa ser confirmado por um exame de RT-PCR. Este teste pode ser feito em farmácias, centros de testagem e em laboratórios, sendo realizados pelos profissionais de saúde, ou em casa por meio do autoteste, em que a pessoa faz a própria coleta, realiza todos os procedimentos do exame e interpreta o resultado, sendo de suma importância seguir todas as instruções para evitar que o resultado seja errôneo. Contudo, o outro teste rápido é o teste de anticorpo que determina se a pessoa tem anticorpos para a doença, podendo mostrar se já houve contato com o coronavírus em algum momento. O exame analisa a presença dos anticorpos IgG e/ou IgM no sangue, que são proteínas produzidas para defender o organismo de algum agente nocivo. Os anticorpos da Covid-19 são produzidos ao longo de dias ou semanas após a pessoa ter sido infectada.

Além disso, os testes rápidos para a constatação do vírus são menos sensíveis do que o teste RT-PCR, pois é um teste que permite o melhor resultado e é o mais confiável, uma vez que ele é o mais sensível dentre os tipos de testes disponíveis, já que é um teste molecular que identifica o material genético do organismo, sendo muito mais preciso que os demais. Entretanto, um resultado negativo no teste rápido não elimina a possibilidade de a pessoa estar infectada, em que a recomendação é que ela procure um profissional de saúde para que o resultado seja avaliado pelo mesmo junto com outros exames.

Portanto, a vantagem do teste rápido é que as pessoas podem saber de forma rápida e conveniente do seu status de infecção logo no início para evitar a propagação do vírus para as demais pessoas do seu convívio. No entanto, assim que houver alguma dúvida ou algum aparecimento de sintomas mesmo se o teste rápido tenha resultado em um “negativo” o profissional de saúde deve ser procurado imediatamente.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/geral-61922582

https://www.tuasaude.com/teste-rapido-covid/

https://www.ufsm.br/midias/arco/autoteste-covid-confiavel/

Primeiramente, é válido ressaltar que na atualidade são utilizados diversos tipos de substâncias químicas que vão desde na produção de alimentos, produção de materiais até o descarte de produtos de forma inadequada. Segundo a “BBC NEWS”, em março deste ano, cientistas descobriram e confirmaram ter encontrado, pela primeira vez, microplásticos em sangue humano. Esses fragmentos pequenos estavam em 80% das 22 pessoas comuns e anônimas do grupo que foram examinados. O tamanho da amostra coletada de cada um deles era pequeno, porém até o momento não houve uma confirmação exata de que a presença desses microplásticos no organismo cause danos de forma direta a saúde humana, entretanto, com futuras pesquisas isso poderá ser descoberto.

Além disso, a poluição química afeta diretamente a saúde da população como um todo, já que há anos não respiramos apenas oxigênio e sim gás carbônico, nitrogênio, argônio, hélio, criptônio, neônio, radônio e xenônio, todos pertencentes ao grupo de gases nobres. No entanto, podemos respirar o ar com todos esses elementos químicos presentes nele, mas o nível e a quantidade de cada um deles está além do nível indicado como “saudável” na atualidade e que podem trazer danos a saúde assim como ao sistema da terra, as mudanças climáticas e a perda de habitats também. Com isso, a poluição química pode trazer consequências para o corpo humano, como por exemplo, bronquite, asma, alergias, problemas cardíacos e entre outros.

Ademais, diversos tipos de substâncias tóxicas, conhecidas como poluentes orgânicos persistentes ou POPs (compostos químicos com propriedades tóxicas, que bioacumulam-se nos organismos vivos), não se degradam com facilidade. Elas podem permanecer no meio ambiente e dentro do nosso organismo, principalmente, no sangue e no tecido adiposo por muitos anos. De acordo com a pesquisa desenvolvida pelo professor de química ambiental “Van Bel”, o estudo concentrou-se nos POPs e confirmaram que eles permanecem no corpo por mais de 20, 30, podendo chegar a 50 anos. Dessa forma, as substâncias tóxicas afetam tudo, desde o desenvolvimento cerebral até o sistema hormonal e algumas podem ser cancerígenas.

Portanto, é necessário que tenhamos consciência na hora de eliminar certos produtos ao meio ambiente, fazendo a neutralização deles antes que afetem a sociedade e o ambiente como um todo para que possamos reduzir os índices de substâncias tóxicas para que voltem ao nível normal e adequado.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-61801636

https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/a-composicao-ar.htm

https://cetesb.sp.gov.br/centroregional/a-convencao/poluentes-organicos-persistentes-pops/#:~:text=Os%20POPs%20s%C3%A3o%20compostos%20qu%C3%ADmicos,sa%C3%BAde%20humana%20e%20ao%20ambiente.

Primeiramente, é de suma importância destacar que na sociedade contemporânea temos diversos fatores que desempenham uma menor quantidade de horas dormidas, como por exemplo, um dia corrido no trabalho, em que não conseguimos nos “desligar” daquilo que não foi resolvido ou de algo que nos fez ficarmos em alerta, o uso de celular antes de dormir, passar horas antes na televisão para depois descansar e as nossas frenéticas vidas modernas que nos fazem dormir mal. Com isso, o sono possui uma série de funções importantíssimas para manter nosso organismo funcionando adequadamente, por exemplo, a nossa renovação celular que ocorre durante o período de repouso em um estado de relaxamento. Assim, ele consegue manter o equilíbrio físico, emocional e metabólico para reestabelecer a nossa disposição para fazer as atividades do dia seguinte.

Além disso, vale destacar que outros primatas como os chimpanzés um de nossos ancestrais dormem cerca de nove horas e meia a cada período de vinte e quatro horas. Os saguis-cabeça-de-algodão dormem cerca de treze horas no mesmo intervalo. Já os macacos-da-noite de pescoço cinza tecnicamente são noturnos, porém eles passam pouco tempo acordados, dormindo cerca de dezessete horas por dia. Contudo, eles não possuem uma Netflix que os informam sobre os novos lançamentos de filmes e de séries para poder mantê-los acordados, sequer têm luz elétrica e quando se levantam pela manhã, não tiveram mais horas de sono que um morador das cidades de São Paulo ou do Rio de Janeiro que permaneceram horas rolando a tela de seu celular. De acordo com algumas pesquisas, elas demonstram que as populações das sociedades não industriais que são as mais próximas do tipo de ambiente onde nossa espécie evoluiu dormem, em média, de oito a nove horas por noite que é o tempo necessário para que ocorra a renovação celular de nosso corpo.

Assim, uma má qualidade de sono tem grande relevância no humor, já que uma baixa quantidade de sono gera estresse e irritabilidade. Por consequência, a pessoa não dorme bem e com isso apresenta sinais de cansaço, ansiedade, falta de disposição e nervosismo. Além do mais, dormir mal e pouco durante uma noite pode ter influência na saúde do indivíduo e contribuir para o aparecimento de doenças como diabetes, gastrite nervosa, alterações no sistema imunológico e problemas psicoemocionais.

Portanto, dormir bem faz com que o corpo recupere as energias, otimize o metabolismo corporal e regularize a função de hormônios que são cruciais para o funcionamento do corpo.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-61726921

https://vidasaudavel.einstein.br/importancia-do-sono/#:~:text=O%20sono%20tem%20uma%20s%C3%A9rie,atividades%20do%20dia%20a%20dia.

https://www.tuasaude.com/por-que-precisamos-dormir/

Em primeira instância, vale a pena destacar que existem diferenças entre a varíola humana e a varíola do macaco. Desta forma, a varíola humana é uma doença infecciosa e que foi erradica desde os anos 80 segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), devido a uma campanha intensa e em massa de vacinação que envolveu o mundo. O vírus da varíola que é o Orthopoxvirus variolae que tem a capacidade de provocar o óbito de um paciente em até 30%, caso isso não ocorra, o paciente tem uma alta probabilidade de ficar cego e ter as marcas e as bolhas características da varíola por todo o corpo. Foram essas marcas de bolhas que fizeram com que a doença foi conhecida e chamada de “bexiga”.

Assim, a transmissão da varíola humana acontece por meio do contato com o vírus que é somente visível através de um microscópio eletrônico, seja por meio de pessoas infectadas, por objetos que possuem o vírus ou por objetos que pertenceram a uma pessoa detectada com a varíola, por meio de gotículas respiratórias, vestuários ou roupas de cama contaminados que também podem transmitir a infecção e dentre outras formas de contágio. Além disso, os sintomas da doença infecciosa são semelhantes ao de uma gripe que são: febre, dor de cabeça, dor no corpo, mal-estar, dores musculares e o aparecimento de erupções cutâneas. A varíola não tem cura e os tratamentos realizados são apenas para aliviar os sintomas da doença, sem a possibilidade de matar o vírus e o impedi-lo na sua propagação. Com isso, a melhor forma de prevenção se da por meio da vacinação de forma a contê-lo.

Ademais, é válido salientar sobre a varíola do macaco que atualmente tem a capacidade de contaminar os seres humanos devido as mutações genéticas que sofreu para se adaptar aos humanos e possibilitar uma transmissão via oral muito intensa. Deste modo, a varíola do macaco foi descoberta pela primeira vez em 1958, quando dois surtos de uma doença semelhante à varíola aconteceram em colônias de macacos que eram mantidos para pesquisa. Entretanto, ao longo do tempo o vírus sofreu mutações em seus genes devido as mudanças climáticas, ao ambiente, quando ocorre erros no momento da multiplicação viral e entre outras causas que favorecem a mutação do vírus. Contudo, o vírus da varíola do macaco conseguiu realizar uma mutação em sua carga genética para conseguir se adaptar ao seu hospedeiro mais “novo” que são os seres humanos, facilitando ainda mais a sua propagação e o seu desenvolvimento entre as sociedades humanas existentes. O surgimento de casos notificados e confirmados em Serra Leoa, Libéria, República Centro-Africana, República do Congo e Nigéria, que sofreu o maior surto recente. Acredita-se que um aumento de cerca de 20 vezes na incidência seja decorrente da interrupção da vacinação contra a varíola em 1980.

Além do mais, a transmissão da varíola do macaco pode ocorrer pelo contato com gotículas exaladas por alguém infectado (humano ou animal) ou pelo contato com as lesões na pele causadas pela doença ou por materiais contaminados, como por exemplo, roupas e lençóis. Uma das formas de prevenção é a nova vacina contra a varíola JYNNEOS que foi autorizada pela FDA em 2019 para a prevenção tanto da varíola símia quanto da varíola. A aprovação foi baseada em dados sobre imunogenicidade e eficácia obtidos de estudos com animais.

Portanto, é recomendado que as pessoas sigam as medidas preventivas colocadas pelas áreas de saúde para que possamos evitar a propagação do vírus em massa e que possa se tornar mais uma varíola erradicada pelas autoridades, pelos cientistas, pelos profissionais de saúde e pela população em geral também.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-61638596

https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-05/entenda-o-que-e-variola-dos-macacos

https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/variola

https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/v%C3%ADrus-pox/var%C3%ADola

https://vestibulares.estrategia.com/portal/atualidades/virus-mutacao/

 

Em primeira instância, é válido ressaltar que a doação de sangue é de extrema importância para salvar a vida daqueles que necessitam para sobreviver seja de alguma doença aguda ou crônica e de algum acidente grave que levou o indivíduo ter a carência do líquido vital do nosso organismo que é o sangue. Contudo, na atualidade ainda existe diversos fatores que levam a sociedade civil a não doar o sangue e um deles é a falta de informação que é carenciado pelas mídias.

Dessa forma, uma doação de sangue de uma pessoa tem a capacidade de salvar até quatro vidas, mas o sangue que foi doado pelo doador não vai cem por cento para o receptor, ou seja, após a bolsa de sangue ser recolhida, ela passa por um processo de centrifugação para que ocorra a separação dos elementos que compõem o sangue que são: os glóbulos vermelhos, os glóbulos brancos, o plasma e as plaquetas. Assim, cada elemento sanguíneo tem sua função específica no nosso organismo e com isso se uma pessoa precisa de alguns desses elementos, ela receberá aquele que está em carência no seu corpo, como por exemplo, pessoas que tem hemofilia necessitam de um tratamento através de medicamentos por via intravenosa que tem fator de coagulação ou plasma. Entretanto, a bolsa de sangue é usada por completo sem que haja a separação de seus elementos em casos como a transfusão de sangue.

Assim, pode-se destacar quem pode doar e para isso inclui que a pessoa tenha entre 16 e 69 anos (sendo que a primeira doação deve ser feita antes dos 60 anos), que esteja em boas condições de saúde, por exemplo, pessoas que apresentem febre ou manifestem sintomas de gripe ou resfriado precisam esperar sete dias depois do fim dos sintomas e pessoas que estão passando por episódios de conjuntivite ou diarreia recente e suspeita de covid-19 também não podem doar temporariamente, pessoas que possuem diabete melito tipo 1 e tipo 2, diabetes gestacional, gestante, pessoas com hipertensão arterial a não ser que esteja sobre controle, pessoas que fazem o tratamento para epilepsia e entre outros. Além disso, o indivíduo deve pesar mais de 50kg e menores de 18 anos podem doar apresentando autorização dos responsáveis.

Ademais, antes do sangue ser doado se faz diversos exames para ter a certeza de que ele esteja em condições fisiológicas para ser doado a quem necessita. O sangue que foi dado, na maior parte das vezes, vai para pacientes com câncer, pacientes com anemia falciforme, pacientes vítimas de acidentes e queimaduras, e pacientes com doenças crônicas.

Portanto, doar sangue vai além de apenas salvar vidas e sim de ser uma ação humanitária para ajudar aqueles que precisam, em que uma ação simples que você faça, é uma esperança e uma nova oportunidade para muitos.

Fontes:

https://www.bbc.com/portuguese/geral-61324161

https://www.gaccrn.org.br/single-post/dia-mundial-do-doador-de-sangue-14-de-junho

Hospital Israelita A. Einstein e outros.

 

 

Redigido por: Thamires Caldatto