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Categoria: Sociedade

Como os celulares mudaram nossa atividade cerebral.

Primeiramente, é de suma importância destacar que quanto mais úteis são os nossos celulares, mais nós os usamos. Quanto mais os usamos, mais caminhos neurais criamos no nosso cérebro para nos fazer pegar o telefone para qualquer tarefa que surja no cotidiano e mais vontade sentimos de consultar o aparelho, mesmo quando não precisamos. Assim, um estudo recente concluiu que os adultos norte-americanos consultam seus celulares, em média, 344 vezes por dia, uma vez a cada quatro minutos. Ao todo, eles passam quase três horas por dia nos aparelhos celulares.

Além disso, com o passar do tempo a nossa dependência com os aparelhos aumenta cada vez mais ano após ano. Sendo assim, as pesquisas enfrentem dificuldades para acompanhar esse crescimento. O que sabemos é que a simples distração de verificar o celular ou observar uma notificação pode trazer consequências negativas. Também não é algo muito surpreendente, mas já que sabemos que, em geral, a realização simultânea de várias tarefas prejudica nossa memória e desempenho. Um dos exemplos mais perigosos é o uso do celular ao dirigir. Um estudo concluiu que o simples ato de falar ao telefone, sem enviar mensagens de texto, é o suficiente para reduzir a velocidade de reação dos motoristas na estrada. E isso também é válido para as tarefas menos arriscadas do dia a dia. Em uma pesquisa realizada mostra que ouvir um simples sinal sonoro de notificação fez com que os participantes apresentassem desempenho muito inferior em uma determinada tarefa. Eles se saíram quase tão mal quanto os participantes que falavam ou enviavam mensagens de texto no celular durante o trabalho. E não é apenas o uso do celular que traz consequências. Sua simples presença pode afetar a forma como pensamos.

Ademais, um outro estudo realizado no mesmo intuito em que os pesquisadores pediram aos participantes que colocassem seus celulares ao lado deles para que ficassem visíveis, sobre uma mesa, por exemplo, perto e fora de vista como em uma bolsa ou no próprio bolso ou em outra sala. Em seguida, os participantes realizaram uma série de tarefas para testar sua capacidade de processar e relembrar informações, de se concentrar e de resolver problemas. Concluiu-se que o desempenho foi muito melhor quando os telefones estavam em outra sala e não próximos, quer estivessem eles visíveis ou invisíveis, ligados ou não. O mesmo resultado foi obtido até quando a maioria dos participantes afirmavam não estar pensando conscientemente nos seus aparelhos. Aparentemente, a simples proximidade do celular contribui para a “drenagem do cérebro”. Todavia, o nosso cérebro parece trabalhar muito no subconsciente para inibir o desejo de verificar o celular ou acompanhar constantemente o ambiente para saber se devemos pegar o telefone, como por exemplo, quando esperamos uma notificação. De qualquer forma, esse desvio de atenção pode dificultar a realização de qualquer tarefa do cotidiano.

Portanto, muitos anos de pesquisa ainda serão necessários para podermos saber exatamente o que a nossa dependência do telefone celular está fazendo com a nossa força de vontade e com a nossa cognição a longo prazo. Até lá, existe outro caminho para tentar reduzir seus efeitos nocivos. E tem a ver com a forma como pensamos sobre o nosso cérebro e a forma como adotamos ao uso do celular durante a nossa vida.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c6pln490eleo

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/04/como-celulares-mudaram-nossos-cerebros.shtml#:~:text=Quanto%20mais%20%C3%BAteis%20s%C3%A3o%20os,aparelho%2C%20mesmo%20quando%20n%C3%A3o%20precisamos.

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Fatores fundamentais que se deve saber sobre as dores nas costas.

Em primeira instância, a dor nas costas é um desconforto físico que ocorre em qualquer ponto da coluna ou das costas em si, variando de leve a incapacitante. Esse incômodo físico nem sempre é um sintoma de doença, geralmente isso ocorre devido a um desgaste excessivo, como na prática de atividade física ou no levantamento de peso em excesso, a permanência na posição sentada ou deitada por períodos prolongados, dormir em uma posição desconfortável ou o uso de mochila mal ajustada podem levar a ter a dor nas costas. Desse modo, em muitos países desenvolvidos, a dor nas costas virou uma espécie de “epidemia” e é considerada um dos problemas de saúde mais relevantes da sociedade atual, afetando mais de 80% da população em algum momento da vida. Assim, existem terminologias para distinguir as dores em cada região da coluna, como por exemplo, a cervicalgia é quando a dor acomete a região cervical (pescoço), a dorsalgia é quando a dor acomete a região dorsal e a lombalgia é quando a dor acomete a região inferior das costas.

Além disso, a maior parte da população sofre com dores nas costas em algum momento de sua vida. No entanto, o problema não é grave na maioria dos casos. Em grande parte, a dor diminui um mês depois de surgir. Com isso, fisioterapeutas e médicos usam a expressão “bandeiras vermelhas” (tradução do inglês “red flags”) para os sinais e sintomas que podem revelar uma doença grave na coluna ou em outra parte do corpo, como alguns sinais de alerta que são alterações sensoriais e musculares, por exemplo, formigamento nos membros, perda de força, incontinência urinária, perda de peso sem justificativa, ter sofrido uma pancada, sentir dores na região torácica ou ter febre. Por isso, embora a dor nas costas seja geralmente benigna, um profissional de saúde deve ser consultado sempre que houver dúvidas. Enquanto não houver bandeiras vermelhas como citado anteriormente, deve-se manter a calma, já que não há sinais de patologia grave. Entretanto, existem fatores psicossociais, chamados de “bandeiras amarelas”, são essenciais para que a dor acabe se prolongando por muito tempo, ou seja, que ela se torne crônica. Alguns exemplos de bandeiras amarelas são: o indivíduo adotar uma atitude negativa (devemos ter em mente que dor não é necessariamente sinônimo de lesão grave ou incapacidade), parar de fazer atividades físicas por medo de desconforto ou de que o problema se agrave (a chamada cinesiofobia),  pensar que tratamentos passivos são melhores que exercícios e acabar sofrendo também com problemas sociais, familiares ou financeiros que levam a uma tensão muscular excessiva, acarretando em uma dor aguda em alguma região da coluna.

Ademais, após os 50 anos de idade é normal que as pessoas sofram com processos degenerativos na coluna ou alterações nos discos intervertebrais, porém pessoas saudáveis também podem sofrer com isso. O diagnóstico dessas doenças por meio de exames de imagem contribui para a sobremedicação, ou seja, quando os medicamentos são receitados para além do necessário e para o aumento do número de dias de afastamento do trabalho. A associação Internacional para o Estudo da Dor indica que a dor é inespecífica, em que ela não pode ser associada a um problema específico em 85% dos casos. Por isso, as radiografias são mais usadas ​​quando há bandeiras vermelhas. Todavia, a fisioterapia é uma grande aliada para o processo de retroceder as dores nas costas, uma vez que ela oferece múltiplas alternativas, como muitos exercícios que visam melhorar a mobilidade da coluna e alongar os músculos, por exemplo, os músculos extensores da coluna, os isquiotibiais e os iliopsoas. Outros buscam o fortalecimento e o controle adequado da musculatura, principalmente da região central (os chamados músculos do “core”), além da educação postural como medida preventiva. Mas qualquer atividade, desde a mais simples, é benéfica. A ciência indica que caminhar reduz a dor e melhora a qualidade de vida, além de prevenir o comportamento de evitar movimentos como resultado de dor lombar crônica. Além de que, essa é uma das maneiras mais fáceis e acessíveis de se manter ativo. O importante é realizar uma atividade que seja do agrado do paciente e o pior exercício é aquele que nunca é feito.

Portanto, o sedentarismo é um grande inimigo da nossa saúde em geral, em que favorece que as dores na coluna se prolonguem e gerem incapacidade. Sendo assim, a inatividade deve ser devidamente justificada e limitada ao mínimo de tempo possível. Não foi demonstrado que a prática de esportes (recreativos ou competitivos) cause o ressurgimento das dores nas costas. Ao contrário, o esporte favorece que os benefícios do tratamento fisioterapêutico sejam mantidos, desde que regulado em intensidade e duração. Em todo caso, deve-se escolher a atividade adequada e contar com a assessoria de um especialista para que a atividade física seja realizada de forma adequada e benéfica para o praticante. Em suma, a melhor maneira de tratar a dor nas costas é tranquilizar o paciente, insistir em evitar inatividade desnecessária, controlar o excesso de medicação e sair do sedentarismo.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz90zzjg705o

https://bvsms.saude.gov.br/lombalgia-dor-nas-costas/#:~:text=%C3%89%20tamb%C3%A9m%20conhecida%20como%20%E2%80%9Clumbago,pernas%20com%20ou%20sem%20dorm%C3%AAncia.

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Guiné Equatorial detecta surto de Marburg, vírus com alta taxa de mortalidade que preocupa OMS.

Em primeiro lugar, é essencial ressaltar que o vírus de Marburg é o agente causador da febre hemorrágica que teve epidemias conhecidas em 1967 e depois em 1975, 1980,1987,1998, 2004 – 2005, 2007 – 2014 e atualmente em 2023 na Guiné Equatorial. Tanto a doença quanto o vírus estão relacionados com o ebola e têm origem na mesma área geográfica (Uganda e Quénia Ocidental). No entanto, a Guiné Equatorial confirmou no dia 13 de fevereiro o primeiro surto da doença causada pelo vírus marburg em seu território. O país localizado na África Central identificou até o momento 16 casos e nove mortes. Todas elas foram registradas na província de Kie Ntem. Assim, o vírus detectado no país é da mesma família do ebola e tem uma alta taxa de mortalidade, em epidemias anteriores até 88% dos infectados vieram a óbito.

Além disso, o marburg pertence à família dos filovírus (grupo de vírus particularmente mortal para o organismo humano), a mesma do ebola. Ele foi identificado pela primeira vez em 1967, ao causar um surto simultâneo em três cidades europeias: Marburg e Frankfurt, na Alemanha, e Belgrado, na Sérvia. Na época, a investigação mostrou que os indivíduos infectados trabalhavam em laboratórios de pesquisa e tiveram contato com macacos verdes africanos (Cercopithecus aethiops) que foram importados de Uganda para a realização de pesquisas e carregavam o agente microscópico. Posteriormente, descobriu-se que os hospedeiros naturais do vírus eram morcegos frugívoros (que se alimentam de frutos) da espécie Rousettus aegyptiacus. Entretanto, nesses animais, o vírus aparentemente não causa nenhum problema sério a eles. Segundo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o contato com o antígeno acontece por meio da “exposição prolongada a minas ou cavernas habitadas por colônias dessa espécie de morcego”. Quando o vírus “pula” para um ser humano pode acontecer a transmissão direta de uma pessoa para outra. Nesses casos, o marburg se espalha por meio de sangue, secreções e os vários fluidos corporais de um indivíduo infectado. O contato com o patógeno também ocorre por meio de superfícies e materiais que foram utilizados por alguém doente, como talheres ou roupas de cama. Além de morcegos, macacos verdes africanos e seres humanos, o marburg também pode infectar os porcos. Pelo que se sabe até o momento, ele não afeta outros animais domésticos.

Ademais, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o tempo de contato com o vírus e o início dos sintomas varia entre 2 e 21 dias. Sendo assim, os incômodos da infecção pelo marburg surgem de forma abrupta, com febre alta, fortes dores de cabeça, na barriga ou nos músculos e mal-estar geral. Num período de sete dias, o paciente apresenta outras manifestações, como vômitos e diarreia. Em muitos casos, há perda de sangue por fezes, urina, saliva, secreções nasais e lesões na pele. Até o presente momento, não existem remédios ou vacinas desenvolvidos especificamente contra o marburg. Mas os testes estão em andamento. Diferentes grupos de pesquisa avaliam o uso de fármacos das classes dos anticorpos monoclonais e dos antivirais como possíveis tratamentos contra essa infecção. Contudo, dois imunizantes aprovados contra o ebola são o Zabdeno (Ad26.ZEBOV) e o Mvabea (MVA-BN-Filo) que também estão sendo estudados atualmente como uma forma de proteger contra o marburg. Até agora, os pacientes infectados recebem o chamado tratamento de suporte, que envolve fazer uma boa hidratação, a fim de repor os fluidos perdidos pela diarreia e pelos vômitos frequentes, e remediar os sintomas que aparecem, como a febre e as dores de cabeça. Segundo a OMS, esse suporte clínico é essencial para diminuir a taxa de mortalidade, assim como sugere também uma série de medidas para evitar o contato com o vírus ou flagrar os surtos logo na origem, como usar equipamentos de proteção ao visitar cavernas habitadas por morcegos e manter redes de monitoramento do surgimento de possíveis novos casos.

Portanto, instituições e especialistas afirmam que não há motivo para pânico no momento, pois o que evita a disseminação desse tipo de doença é a atitude bem coordenada nos locais afetados. Ao atender adequadamente as pessoas e ter o devido cuidado com os pacientes e com os cadáveres de quem faleceu, evita-se que o vírus se espalhe para outras regiões. Porém, é fundamental que as ações complementares de todos os países do mundo, como mapear casos suspeitos ou com histórico de viagem às regiões afetadas pelo vírus, é muito importante para evitar a disseminação do vírus e uma possível epidemia mundial.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn47m9z2mz9o

https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADrus_de_Marburg

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Os impactos positivos do sono sobre o rendimento físico, de acordo com a ciência.

Primeiramente, é necessário destacar que o nosso corpo precisa repor suas energias por duas vias primordiais que são por meio da alimentação e principalmente por meio do sono. Dormir bem fortalece o sistema imunológico, libera a produção de hormônios e consolida a memória e ainda possui diversos benefícios como a redução do estresse, melhora o humor e diminui o risco de desenvolver problemas cardiovasculares, já que durante o sono o ritmo cardíaco diminui e faz com que o organismo fique num estado de compensação de energia. Assim, muitos dos melhores atletas do mundo afirmam que o sono é uma parte essencial de sua rotina de treinamento e o segredo para ajudá-los a ter um bom desempenho no esporte, uma vez que o sono desempenha um papel fundamental no metabolismo, no crescimento e na reparação de tecidos como os dos músculos e garante que a memória, o tempo de reação e a tomada de decisões funcionem de maneira ideal.

Além disso, o exercício físico é fundamental para melhorar o condicionamento aeróbico, uma vez que melhora tanto a capacidade aeróbica, como por exemplo, ser capaz de correr ou pedalar mais rápido com uma carga mais pesada, quanto na eficiência, o que significa que o corpo requer menos oxigênio para correr ou pedalar no mesmo ritmo. Um fator que contribui para melhorar a capacidade aeróbica é a função das mitocôndrias no organismo, pois as mitocôndrias são pequenas estruturas dentro das células dos músculos que são responsáveis ​​por gerar a energia que o músculo requer durante a prática da atividade física. Segundo pesquisas realizadas, mostram que dormir mal como apenas de quatro horas por noite durante cinco noites pode reduzir a função das mitocôndrias em pessoas saudáveis. Foi demonstrado também que o treinamento intervalado de alta intensidade alivia essas deficiências no curto prazo durante um período de cinco dias. No entanto, atualmente não está claro como essas deficiências influenciariam as adaptações ao exercício a longo prazo. Por isso, é melhor ter uma boa noite de sono, se um dos objetivos for melhorar a capacidade aeróbica. Contudo, O sono também é importante para desenvolver força nos músculos. O crescimento muscular ocorre quando novas proteínas são adicionadas à estrutura muscular, sendo um processo conhecido como síntese de proteína muscular. Esse processo, é estimulado pelo exercício e pela ingestão de alimentos especificamente proteínas e pode durar pelo menos 24 horas após o treino. Pesquisas relatam que até mesmo poucas noites de sono insuficiente reduzem a resposta da síntese de proteína muscular à ingestão de nutrientes. Isso sugere que dormir mal pode tornar mais difícil para o corpo ganhar massa muscular.

Ademais, os hormônios atuam como mensageiros químicos que contribuem para uma série de funções em todo o corpo, como crescimento e desenvolvimento de tecidos. Sendo assim, os hormônios que estão envolvidos nesses processos de construção podem ser chamados de hormônios anabólicos. Dois hormônios anabólicos essenciais são a testosterona e o hormônio do crescimento, que são liberados durante o sono e também podem ser importantes para a recuperação e adaptação ao exercício físico. Esses hormônios desempenham vários papéis no organismo e estão relacionados a uma melhor composição corporal com menos gordura corporal e mais massa muscular envolvida. Uma quantidade maior de massa muscular e menor de gordura corporal pode ser benéfica para o exercício e para a saúde. Todavia, quando o sono se restringe a apenas cinco horas por noite como por exemplo, em quantidade de sono semelhante à de muitos adultos que trabalham, os níveis de testosterona são reduzidos em homens jovens saudáveis. No entanto, a restrição do sono de duração semelhante também altera a liberação do hormônio do crescimento enquanto dormimos. Embora sejam necessárias mais pesquisas, existe a possibilidade de que esses hormônios desempenhem um papel na mediação da relação entre o sono e o condicionamento físico, devido à sua relação com uma melhor composição corporal.

Portanto, o  sono é claramente importante para o condicionamento físico. Assim, é necessário que se desenvolva uma rotina consistente na hora de dormir, por exemplo, fazer coisas antes de deitar que ajudem a relaxar e desacelerar como ler um livro ou ouvir uma música relaxante. Tomar um banho quente antes de dormir também pode ser benéfico, uma vez que a queda da temperatura corporal subsequente pode ajudar a pegar no sono de maneira mais rápida, como também manter um horário de sono consistente e isso irá ajudar a regular o ciclo sono-vigília, que tem sido associado à melhora da qualidade do sono.

 

Redigido por: Thamires Caldatto.

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgljy78pll1o

https://www.hcor.com.br/imprensa/noticias/dormir-bem-diminui-o-risco-de-infarto/#:~:text=Preven%C3%A7%C3%A3o%20das%20doen%C3%A7as%20cardiovasculares&text=Durante%20o%20sono%2C%20o%20ritmo,mais%20propenso%20a%20problemas%20card%C3%ADacos.

http://hospitalsaomatheus.com.br/blog/sono-saudavel-a-importancia-do-sono-para-a-saude/#:~:text=O%20nosso%20corpo%20precisa%20repor,risco%20de%20desenvolver%20problemas%20cardiovasculares.

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Por que a infecção do trato urinário afeta 50% do público feminino e a forma de tratamento é pouco eficaz.

A priori, é válido ressaltar que a infecção do trato urinário (ITU) é uma das causas mais comuns de infecção na população em geral. Dessa forma, a doença é mais prevalente no sexo feminino, mas também acomete pacientes do sexo masculino principalmente quando associada à manipulação do trato urinário e à doença prostática. A ITU pode ser classifica quanto à localização em ITU baixa que é a cistite e ITU alta que é a pielonefrite, e quanto à presença de fatores complicadores em ITU não complicada e ITU complicada. A ITU é complicada quando estão presentes alterações estruturais ou funcionais do trato urinário ou quando se desenvolve em ambiente hospitalar. Na ITU não complicada a Escherichia coli que é uma das bactérias que compõem a microbiota intestinal do organismo humano quando se torna patogénica é a bactéria responsável pela maioria das infecções enquanto nas ITUs complicadas o espectro de bactérias envolvido é bem mais amplo incluindo bactérias Gram positivas e Gram negativas e com elevada frequência de organismos multirresistentes. Assim, a infecção do trato urinário é uma causa importante de infecção hospitalar. Em um estudo multicêntrico de prevalência transversal na Turquia, observou-se 16% de infecções do trato urinário, correspondendo à terceira causa de infecção, após pneumonia associada à ventilação mecânica e infecção da corrente sanguínea.

Além disso, o sexo feminino é mais vulnerável do que o sexo masculino para ocorrência de infecção urinária. Mulheres adultas têm 50 vezes mais chances de adquirir ITU do que os homens e 30% das mulheres apresentam ITU sintomática ao longo da vida. Como a principal rota de contaminação do trato urinário é por via ascendente, atribui-se esse fato à menor extensão anatômica da uretra feminina e à maior proximidade entre a vagina e o ânus, sendo uma característica da genitália feminina, acarretando em maior ocorrência de infecção no trato urinário do que o sexo masculino. Embora mais comum em mulheres, a incidência de ITU aumenta entre homens acima de 50 anos de idade. A instrumentação das vias urinárias incluindo-se o cateterismo vesical e a ocorrência de doença prostática são os fatores mais implicados no aumento da incidência no sexo masculino. Entre idosos e em indivíduos hospitalizados, as taxas de ITU também são elevadas pelos fatores citados anteriormente e pela presença de comorbidades que aumentam a susceptibilidade às infecções. Contudo, a ITU é definida pela presença de bactéria na urina. Os sinais e sintomas associados à infecção urinária incluem polaciúria (vontade de urinar com muita frequência, em pequenas quantidades), urgência miccional, disúria (desconforto, dor ou queimação ao urinar), alteração na coloração e no aspecto da urina, com surgimento de urina turva acompanhada de alterações no sedimento urinário, hematúria (presença anormal de sangue na urina) e piúria (evidência de processo inflamatório no sistema gênito urinário). É comum a ocorrência de dor abdominal mais notadamente em topografia do hipogástrio (projeção da bexiga) e no dorso (projeção dos rins) podendo surgir febre.

Ademais, a infecção urinária pode ser sintomática ou assintomática, recebendo na ausência de sintomas a denominação de bacteriúria (presença de bactéria na urina) assintomática. Quanto à localização, é classificada como baixa ou alta. A ITU pode comprometer somente o trato urinário baixo, caracterizando o diagnóstico de cistite, ou afetar simultaneamente o trato urinário inferior e o superior, configurando infecção urinária alta, também denominada de pielonefrite. A ITU baixa (cistite) apresenta-se habitualmente com disúria, urgência miccional, polaciúria, nictúria e dor suprapúbica. A febre nas infecções baixas não é um sintoma usual. O antecedente de episódios prévios de cistite deve sempre  ser  valorizado  na  história clínica. A urina pode se apresentar turva, pela presença de piúria e/ou avermelhada, pela presença de sangue, causada pela presença de litíase (pedras nos rins) e/ou pelo próprio processo inflamatório. A ITU alta (pielonefrite) se inicia habitualmente com quadro de cistite, sendo frequentemente acompanhada de febre elevada, geralmente superior a 38°C, associada a calafrios  e  dor  lombar  uni  ou  bilateral. Febre, calafrios e dor lombar formam a tríade de sintomas característicos da pielonefrite, estando presentes na maioria dos casos. A dor lombar pode se irradiar para o abdômen ou para os flancos ou ainda, para a virilha, situação que sugere  mais  fortemente  a  presença de litíase renal associada. Os sintomas gerais de um processo infeccioso agudo podem também estar presentes, e sua intensidade é diretamente proporcional à gravidade da pielonefrite. As infecções do trato urinário podem ser complicadas ou não complicadas, as primeiras têm maior risco de falha terapêutica e são associadas a fatores que favorecem a ocorrência da infecção. A infecção urinária é complicada quando ocorre em um aparelho urinário com alterações estruturais ou funcionais ou quando se desenvolve em ambiente hospitalar. Habitualmente, as cistites são infecções não complicadas enquanto as pielonefrites, ao contrário, são mais frequentemente complicadas, pois em geral resultam da ascensão de microrganismos do trato urinário inferior e estão frequentemente associadas à presença de fatores complicadores. Um paciente é considerado portador de ITU de repetição quando acometido por 3 ou  mais  episódios  de  ITU  no  período  de doze  meses.

Portanto, o diagnóstico de ITU baseia-se na presença de bacteriúria associada aos sinais e sintomas que denotem inflamação de segmentos do trato urinário. O tratamento e a escolha da terapia antimicrobiana para a ITU varia de acordo com a apresentação da infecção, hospedeiro e agente.  Estratégias envolvendo diferentes esquemas terapêuticos de acordo com grupos específicos de pacientes maximizam os benefícios terapêuticos, além de reduzir os custos, as incidências de efeitos adversos e o surgimento de microrganismos resistentes. Entretanto, uma das principais razões para a duração limitada do tratamento é a preocupação com a resistência antimicrobiana, em que as bactérias e outros micro-organismos desenvolvem formas de sobreviver aos remédios utilizados para tratar a infecção.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/166/167

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g49llg8qwo

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Câncer de pele: como identificar se pintas, manchas, verrugas e outros sinais podem indicar a doença.

A priori, é necessário ressaltar que o câncer de pele é uma doença que ocorre devido ao crescimento anormal das células da epiderme que é a camada mais superficial da pele que entra em contato com o ambiente, em que se multiplicam repetidamente até formarem um tumor maligno. O câncer de pele é uma doença que tem cura, se descoberto logo no início através do diagnóstico específico de um médico dermatologista. Contudo, o sol é importante para nossa saúde, mas é preciso ter cuidado com o excesso, já que a exposição excessiva aos raios UV (ultravioleta) atingem as camadas mais profundas da pele que chegam diretamente pelos raios solares, podendo danificar as células da epiderme, sendo a principal causa do câncer de pele que é uma doença que atinge milhares de brasileiros todos os anos.

Além disso, ter o conhecimento de como saber identificar possíveis sinais dos diferentes tipos de câncer de pele e como se proteger da doença, é fundamental em um país como o Brasil, onde o índice para os raios UV é de 11, sendo um nível considerado muito alto e que oferece maior risco para o câncer de pele. Juntos, o câncer de pele não-melanoma e o melanoma representam 34% dos diagnósticos de câncer no país, com cerca de 193 mil casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer). Desse modo, quanto mais cedo a doença é descoberta, especialmente nos casos de melanoma, o tipo mais agressivo, maior a chance de sucesso no tratamento. Todavia, o câncer de pele não-melanoma é o tumor maligno mais incidente no Brasil. Ele pode ser classificado em carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular. O carcinoma basocelular é o tipo mais frequente, com crescimento normalmente mais lento, e que costuma se manifestar pelo aparecimento de uma lesão em forma de nódulo rosa na pele exposta do rosto, pescoço e couro cabeludo. Já no carcinoma espinocelular, mais comuns em homens, ocorre a formação de um nódulo que cresce rapidamente com ulceração, ou seja, uma ferida de difícil cicatrização mesmo quatro semanas após o aparecimento. Ambos os tipos de câncer estão relacionados à alta exposição dos raios solares e devem ser prevenidos com protetor solar e com consultas frequentes ao dermatologista, a fim de detectar o câncer de pele na sua fase inicial. No entanto, o chamado câncer de pele do tipo melanoma, apesar de considerado como sendo de baixa incidência estima-se que 8.450 novos casos são diagnosticados por ano no Brasil, cerca de 3% dos cânceres de pele, ele é o mais agressivo e requer atenção redobrada.

Ademais, os melanomas são neoplasias malignas de melanócitos, que são células pigmentadas localizadas na camada da epiderme, sendo responsável pela renovação dela. Com isso, o aparecimento do melanoma também está relacionado à exposição solar e o tumor tem potencial de metástase (quando células cancerígenas se espalham para outros órgãos do corpo). Isso se deve, às células cancerosas possuírem um potencial ilimitado de replicação, além de capacidade de invasão tecidual e evasão do sistema imune. São geralmente os casos que se iniciam com o aparecimento de pintas escuras na pele, que apresentam modificações ao longo do tempo. Um jeito de identificar se uma pinta ou mancha pode representar algum perigo é utilizar a escala do ABCDE que é: A de assimetria (se dividir a pinta em quatro partes, elas não são iguais), B de bordas irregulares, C de cores, que avalia a variação da coloração, D de diâmetro (a pinta é maior do que seis milímetros) e E de evolução (mudança no padrão de cor, crescimento, coceira e sangramento). Entretanto, os melanomas são mais comuns no dorso dos homens e nas pernas das mulheres. Pacientes negros e asiáticos tem uma localização mais comum nos pés e nas mãos, que se chama de melanoma acral. Dessa maneira, o principal fator de risco para o câncer de pele, tanto melanoma quanto não-melanoma, é a radiação ultravioleta. Essa luz causa um dano direto no DNA celular e induz ao estresse oxidativo, resultando em mutações gênicas que desencadeiam o câncer de pele. Além da radiação ultravioleta, a história familiar e a presença de múltiplas pintas também são fatores de risco. Pacientes transplantados apresentam maior risco de desenvolver câncer de pele, pois utilizam medicações que interferem na imunidade que são imunossupressores. Por conseguinte, o diagnóstico é feito pela própria pessoa em paralelo ao profissional de saúde, em que a observação regular das pintas do nosso corpo permite identificar novos sinais ou mudanças previamente não existentes. Atualmente, existe um aparelho chamado dermatoscópio que permite avaliar as pintas com mais detalhes e em grande aumento, complementando a avaliação da inspeção da pele. Quando há dúvida, ainda existe um outro exame chamado microscopia confocal, que permite a obtenção de imagens de alta resolução e de aspectos microscópicos, como se fosse uma biopsia ótica sem a necessidade de um procedimento invasivo como um corte por exemplo. Além do mais, possui como opção também um mapeamento corporal com dermatoscopia, uma técnica que avalia cada pinta individualmente com registro das imagens e permite o acompanhamento dos sinais para observar possíveis mudanças. Esse exame é muito útil para pacientes que apresentam múltiplas pintas e principalmente os que já tiveram antecedentes de melanoma.

Assim, as opções de tratamento ocorrem quando o câncer é descoberto em fase inicial, a indicação é que seja realizada a ressecção cirúrgica das lesões por um dermatologista habilitado para que seja feita uma abordagem adequada nas margens ao redor do tumor, sem deixar partes que podem ser nocivas. Isso vale tanto para os casos de câncer de pele como o melanoma, assim como para os casos de não-melanoma também. A cirurgia de fato é capaz de resolver a maioria dos casos, fazendo com que quaisquer outros tratamentos complementares sejam raramente necessários. Se a doença apresentar um estágio, subtipo, ou extensão mais grave, o especialista conta que outras condutas de tratamentos podem ser empregadas. Em casos mais avançados e com metástase, especificamente de melanoma, a imunoterapia é utilizada como um tratamento com medicação que ativa o sistema imunológico para que ele se torne capaz de combater as células malignas e que tem provado ser uma alternativa com bons resultados para a qualidade de vida e bem estar dos pacientes com a doença.

Portanto, o sol é importante para a saúde, mas é preciso ter cuidado com o excesso. Quando seus raios ultravioletas (tipo B) atingem as camadas mais profundas da pele, podem alterar suas células e provocar envelhecimento precoce, lesões nos olhos e até câncer de pele. Alguns cuidados são necessários, principalmente para aqueles que trabalham ao ar livre. Por isso, é fundamental que se faça o uso de filtro solar, sendo necessário reaplica-lo a cada duas horas, mesmo os filtros solares “a prova d’água” devem ser reaplicados também, pois usar o protetor solar apenas uma vez durante todo o dia não protege por longos períodos. Além de evitar a exposição prolongada ao sol entre 10h e 16h e usar sempre proteção adequada, como bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros, barraca e filtro solar com fator mínimo de proteção 15.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://bvsms.saude.gov.br/cancer-de-pele/

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63891835

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Novembro Azul: O mês da conscientização sobre o câncer de próstata

Sobretudo, é válido ressaltar que a campanha Novembro Azul chama a atenção da sociedade brasileira para o câncer de próstata, principalmente para os homens que são os afetados pela doença. No ano de 2013, foram registrados 13.772 óbitos diretamente relacionados ao tumor maligno no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). Apesar dos avanços em pesquisa e diagnósticos observados nos últimos anos, a informação continua sendo a principal arma no combate ao câncer de próstata. Assim, o tumor maligno, tipo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

Além disso, a próstata é um órgão integrante do aparelho reprodutor masculino situado na região pélvica, localizado na frente do reto e embaixo da bexiga urinária. A glândula prostática, tem como funções a produção de um fluido claro chamado líquido prostático que constitui cerca de 10% a 30% do volume do sêmen, uma vez que protege e nutre os espermatozoides, ocorre também a produção de antígeno específico da próstata (PSA) responsável por ajudar na liquefação do esperma, permitindo manter a capacidade de mobilidade dos espermatozoides e a transformação da testosterona em diidrotestosterona, sendo responsável pelo crescimento dessa glândula. O tumor na próstata se desenvolve preferencialmente em indivíduos acima dos 50 anos de idade, sendo que mais da metade dos casos diagnosticados ocorre na faixa etária de 65 anos ou mais. A maioria dos tumores progride lentamente ao longo de anos, por vezes décadas, de modo que boa parte dos pacientes convive com a doença por muito tempo antes de apresentar sintomas. Entretanto, uma parcela dos pacientes apresentam a doença agressiva com rápida progressão e surgimento relativamente precoce. Contudo, não é possível predizer quais pacientes apresentarão doença grave através dos métodos disponíveis atualmente. Assim, por não estar relacionado a um fator de risco modificável, não há medidas preventivas específicas para o câncer de próstata. O sucesso do tratamento depende em grande parte do diagnóstico precoce, que pode ser realizado através de exames de rastreamento, ou seja, aqueles utilizados para procurar a doença antes que os sintomas se manifestem. Dentre eles, destacam-se o toque retal e a dosagem do PSA (antígeno prostático específico) no sangue. Tais exames podem ser realizados anualmente pelo médico urologista na população com maior risco de desenvolver a doença que são os homens a partir dos 50 anos de idade ou 45 anos de idade em algumas situações. Diante de eventual alteração em um ou ambos os exames, o paciente é submetido à biopsia de próstata por agulha. O médico patologista é o responsável pela confirmação do diagnóstico de câncer através de avaliação microscópica.

Ademais, na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Na fase avançada, os sintomas são: dor óssea, dores ao urinar, vontade de urinar com frequência e a presença de sangue na urina e/ou no sêmen. No entanto, os fatores de risco incluem histórico familiar de câncer de próstata como o pai, o irmão e o tio, a raça: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer e a obesidade. Todavia, a única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos de idade com fatores de risco, ou 50 anos de idade sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como o endurecimento e a presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal. A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como o estado de saúde atual, o estadiamento da doença e a expectativa de vida do paciente. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual, periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão da mesma.

Portanto, o Novembro Azul é uma campanha fundamental que tem como objetivo conscientizar os homens sobre os cuidados com a saúde, especialmente, em relação ao câncer de próstata. A campanha é essencial, pois contribui para quebrar os tabus, além de divulgar informações importantes sobre a doença. Um dos aspectos mais preocupantes sobre o câncer de próstata vai além da mortalidade. É preciso acabar com a cultura de negligência e preconceito contra os exames de prevenção. Nesse sentido, a campanha Novembro Azul existe para alertar a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata, o mais frequente entre os homens brasileiros depois do câncer de pele e incentivar a população masculina a cuidar da saúde.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://bvsms.saude.gov.br/novembro-azul-mes-mundial-de-combate-ao-cancer-de-prostata/

https://www.sbp.org.br/cancer-de-prostata/?gclid=Cj0KCQiAmaibBhCAARIsAKUlaKSfzhJKIn1mlJtzopyPpZqTdzPxfJhxoCg8qeTL4zszKmVU6NjuwnsaArRkEALw_wcB

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/a-prostata/770/149/#:~:text=A%20pr%C3%B3stata%20%C3%A9%20uma%20gl%C3%A2ndula,maior%20em%20homens%20mais%20velhos.

http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sobre-o-cancer/771/149/

https://bvsms.saude.gov.br/novembro-azul-mes-de-conscientizacao-sobre-a-saude-do-homem/#:~:text=Boletins%20Tem%C3%A1ticos-,Novembro%20Azul%20%E2%80%93%20M%C3%AAs%20de%20conscientiza%C3%A7%C3%A3o%20sobre%20a%20sa%C3%BAde%20do%20homem,depois%20do%20c%C3%A2ncer%20de%20pele.

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Câncer de mama: 6 condições que aumentam o fator de risco da doença.

A priori, é de suma importância salientar que o câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação desordenada de células anormais dos seios, que formam um ou mais tumores, tendo o potencial de invadir outros órgãos do corpo. Há vários tipos de câncer de mama, porém, alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente. Contudo, a neoplasia mamária é o tipo mais comum da doença, com mais de 2,2 milhões de casos em todo o mundo todos os anos, de acordo com os dados apresentados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no ano de 2020. Sendo assim, estima-se que cerca de uma em cada 12 mulheres irá desenvolver o câncer de mama ao longo da vida, em que ela é a principal causa de morte entre elas.

Além disso, em 2020 cerca de 685 mil mulheres morreram desta doença em todo o mundo. Especificamente, quase um quarto dos novos casos de câncer de mama ocorreram nesse ano nas Américas. Todavia, na América Latina e no Caribe, a proporção de mulheres afetadas pela doença antes dos 50 anos foi de 32%, sendo muito maior do que na América do Norte que foi de 19%, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Entretanto, existem vários fatores de risco para o câncer de mama que não podem ser modificados, como por exemplo, o envelhecimento, as mutações genéticas, o histórico pessoal e o familiar. No entanto, tem a existência de outros fatores que aumentam o risco de contrair a doença e que podem ser prevenidos ou amenizados fazendo mudanças no cotidiano de cada mulher, como a inatividade física. Com isso, as mulheres que não são fisicamente ativas correm maior risco de ter câncer de mama, de acordo com os estudos realizados nos Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças (CDC).  A Sociedade Americana do Câncer recomenda que se faça pelo menos de 150 a 300 minutos de exercício físico de intensidade moderada, como também de 75 a 150 minutos de atividade mais intensa por semana ou uma combinação de ambos, de preferência distribuídos ao longo de sete dias. O excesso de peso também é um dos fatores que podem levar a ter uma predisposição a neoplasia mamária, já que mulheres mais velhas que estão com sobrepeso ou que estão dentro de um dos três graus da obesidade têm um risco maior de câncer de mama do que aquelas com o peso saudável, sendo recomendado manter os padrões necessários para cada pessoa, ao longo da vida e evitar o ganho excessivo de peso, equilibrando a ingestão de alimentos conjuntamente com a atividade física. Os hormônios também entram dentro desses fatores, em que algumas formas de terapia de reposição hormonal, como aquelas que incluem o estrogênio e a progesterona tomadas durante a menopausa podem aumentar o risco de câncer de mama se tomadas por mais de 5 anos, observa o CDC, e para evitar isso, é necessário que se tenha um diálogo com o médico responsável sobre opções não hormonais para tratar os sintomas da menopausa. O álcool, se mostra nas pesquisas de saúde, como um dos meios que aumenta a chance de risco da mulher ter o câncer de mama, mesmo se o consumo do mesmo é ingerido em doses baixas, mas aquelas que fazem o uso não devem tomar mais do que uma bebida alcoólica por dia, aconselha a Sociedade Americana do Câncer e quando consumido existe a dose que deve ser ingerida como cerca de 355 ml de cerveja, 150 ml de vinho, ou 50 ml de destilados ou também como chamado de “bebidas fortes”. Por fim, o tabagismo é um meio que pode causar câncer em quase qualquer parte do corpo, entre ele o câncer de mama. Evitar fumar e ser exposto à fumaça do cigarro ajuda a reduzir o risco de contrair câncer. Entretanto, pesquisas sugerem que outros fatores, como exposição a produtos químicos que podem causar câncer e alterações em outros hormônios devido ao trabalho noturno, também podem aumentar o risco de adquirir a doença.

Portanto, organizações especializadas em câncer de mama recomendam consultar o médico responsável sobre exames para a detecção precoce da doença. Conversar com um profissional sobre quando iniciar exames, como exames clínicos e mamografias, são fundamentais também. Ademais, é necessário se familiarizar com os seios durante um autoexame de mama. Se houver uma alteração nova, como nódulos ou outros sinais incomuns nas mamas, um médico deve ser consultado imediatamente. Além de que é preciso cuidar da alimentação, as mulheres que seguem uma dieta mediterrânea com azeite extravirgem e nozes mistas podem ter um risco reduzido de câncer de mama, em que a dieta mediterrânea é focada em alimentos à base de plantas, como frutas e vegetais, grãos integrais, legumes e nozes.

 

Redigido por: Thamires Caldatto

 

FONTES:

https://www.bbc.com/portuguese/geral-63323701

https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/mama

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A priori, é notório que nos últimos anos os índices de suicídios no mundo aumentaram devido a problemas emocionais, sociais e econômicos. Dessa forma, muitos transtornos mentais geram intensa dor emocional, fortes sentimentos de culpa, vazio, angústia e raiva, o que pode levar a pessoa acreditar que o suicídio seja uma solução para colocar um fim nessa situação. De acordo com os dados da Associação Brasileira de Psiquiatria, foi estimado que 96,8% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos mentais. Em números demasiadamente absolutos, a depressão é a doença mais associada ao suicídio, mas ela não é a única, pois os transtornos de humor e o transtorno de bipolaridade também podem levar o paciente a tirar a própria vida. Assim, como os transtornos psicóticos, de personalidade, o abuso de substâncias e até mesmo os transtornos de ansiedade também podem ser capazes de levar o paciente ao seu limite e consequentemente em último caso cometer o suicídio.

Além disso, entre os jovens atualmente o componente impulsividade também é um fator relevante para esses índices, já que na adolescência há importantes mudanças hormonais, e o cérebro passa por uma remodelação que torna mais difícil o controle de impulsos e a regulação das emoções, fazendo com que eles sejam tomados inteiramente e cegados pelas suas próprias questões emocionais, sendo difícil de poder controla-los. No entanto, nem todos os pacientes que têm a intenção de cometer o suicídio dão sinais visíveis. Mas alguns sintomas podem servir como alerta, como por exemplo, falar muito sobre a morte e a vontade de morrer, expressar desesperança em relação ao futuro, ter comportamentos autodestrutivos e isolamento social podem indicar um intenso sofrimento psicológico. Todavia, é importante levar os sentimentos da pessoa a sério, demonstrar preocupação e ouvir atentamente o que ela tem a dizer, caso ela queira se abrir. Também procure incentivar a pessoa a buscar uma ajuda com um profissional de saúde mental para que ela possa iniciar um tratamento e que seja corretamente orientada.

Ademais, é necessário que todos nós devemos atuar ativamente na conscientização da importância que a vida tem e ajudar na prevenção do suicídio, tema que ainda é visto como tabu ou como normal pela sociedade. É importante falar sobre o assunto para que as pessoas que estejam passando por momentos difíceis e de crise busquem ajuda e entendam que a vida sempre vai ser a melhor escolha a se fazer. Quando uma pessoa decide terminar com a sua vida, os seus pensamentos, sentimentos e ações apresentam-se muito restritivos, ou seja, ela pensa constantemente sobre o suicídio e é incapaz de perceber outras maneiras de enfrentar ou de sair do problema. Essas pessoas pensam rigidamente pela distorção que o sofrimento emocional impõe.

Portanto, o suicídio é um importante problema de saúde pública, com impactos na sociedade como um todo. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), todos os anos, mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que com HIV, malária, câncer de mama, guerras ou homicídios. Dessa maneira, é de suma importância ajudarmos o próximo e é a melhor saída para lutar contra esse problema tão grave e tão presente na atualidade. É muito importante que as pessoas saibam identificar que alguém está pensando em se matar e a ajude, tendo uma escuta ativa e sem julgamentos, mostrar que está disponível para ajudar e demonstrar empatia, mas principalmente levando-a em um profissional de saúde, como um terapeuta que irá saber como manejar a situação e salvar esse paciente.

Redigido por: Thamires Caldatto

FONTES:

https://www.setembroamarelo.com/

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2019/09/10/alem-da-depressao-transtornos-mentais-sao-a-principal-causa-de-suicidio.htm